Olá garotas
Encontrei uma matéria na veja falando sobre os países e produção de vinho. Confiram lá que vale a pena.
Muito bom, bem explicado.
Beijo beijo...
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Confraria Fevereiro- Vinhos Rosé
Girls, fevereiro é o mês dos Rosé....delícia. Vamos ver a carta de vinhos...
-Aroma: delicados aromas de fruta silvestre, lembrando romã, rosas, morangos e toques florais.
-Paladar: Leve e delicado, com acidez muito equilibrada, que traz frescor e prepara o paladar para o calor do verão. Vinho envolvente, com taninos e álcool corretos, vivos.
-Serviço: Estima de guarda de 02 a 03 anos, não necessita decantar.
-Vinificação: tradicional com fermantação em tanques de aço inox.
-Temperatura: 08º- 10º C.
-Harmonização: Ostras, camarão grelhado e peixes com molhos delicados, Harmoniza muito bem com canapés.
Preço médio: R$ 50,00.
Produtor: Viña Casa Blanca
País: Chile
Região: Vale do Rapel
Tipo de uva: Syrah
Teor alcoólico: 14% GL
NOTAS DE DEGUSTAÇÃO:
-Cor: bela cor rosa choque, brilhante. Rubi intenso com reflexos violáceos.
-Aroma: Aroma de muito frescor, com herbáceo (pirazina) típico chileno, fácil de identificar ás cegas, boa fruta, vermelhas frescas, como cerejas e framboesas, floral de violetas, toque de conservante (So2) no nariz. Aroma de frutas frescas.
-Paladar: Seco, com taninos macios e bem expressivos. Paladar leve e macio, com 13,5% de álcool, equilibrado, maciez domina o fim de boca, mostrando boa fruta. Muito bom, mas com a restrição aos que não gostam do toque herbáceo.Final com boa persistência.
-Composição: 100% Syrah.
-Vinificação: Colheita manual. Maceração pré-fermentativa à 8°C por 6 horas. Fermentação alcoólica em tanques de inox com controle de temperatura entre 10-12°C por 22 dias. É engarrafado ainda jovem para não perder as características de fruta.
-Temperatura: 09º- 12º C.
-Harmonização: Sushi e comida tailandesa.
-Premiações:
Cefiro
Reserva Syrah Rosé 2010; Medalla de Plata International Wine &
Spirit Competition; Cefiro Reserva Syrah Rosé 2008; Concours des Rosés
du Monde – Silver Medal.
Preço médio: R$ 60,00.
Durante séculos da história da produção de vinhos poucas pessoas sabiam quais as variedades de uvas havia na bebida que estavam consumindo. Nomes como Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Merlot, Sauvignon Blanc só ficaram "famosos" nos rótulos do mundo todo quando os produtores de fora da Europa, especialmente os norte-americanos, resolveram estampar os nomes das principais castas europeias em seus vinhos. Antes desse fenômeno ocorrer, por volta de meados do século passado, os produtores raramente colocavam os nomes das variedades em seus produtos, optando sempre pelo nome das regiões DOC (Denominações de Origem Controlada) junto ao nome da propriedade, como, por exemplo: Joseph Drouhin Chablis. Ou seja, um Chablis - produto que representa uma região da Borgonha onde os vinhos brancos são feitos somente com uvas Chardonnay - do vinhateiro Joseph Drouhin. Então, o que indicava a casta com a qual o vinho era feito era o nome da região.
Modernamente, em uma jogada de marketing, os produtores do Novo Mundo passaram a colocar as variedades nos rótulos, para mostrar aos consumidores que seus vinhos eram feitos com as tradicionais e nobres uvas europeias e, assim, também para dar uma pista do estilo que seus vinhos teriam. Os consumidores passaram então a identificar-se com o estilo de cada uva e a apresentação das castas ganhou espaço no mundo inteiro.
VARIETAIS E BLENDS
No entanto, vinhos monovarietais (ou varietais, feitos, teoricamente, com apenas uma casta) e blends (ou também ditos de corte, ou assemblage, ou assemblagem) não são novidade. Duas das principais regiões produtoras de vinho no mundo são os melhores exemplos dessas tradições. Os renomados tintos de Bordeaux sempre foram feitos com cortes. Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Petit Verdot são quatro das principais castas usadas nos blends feitos na região. Durante séculos de savoir-faire, os produtores daquela região aprenderam a misturar quantidades exatas de cada variedade para produzir seus vinhos safra após safra. Já os vinhateiros da Borgonha, outra clássica zona vitivinicultora francesa, sempre fizeram seus tintos com uma única casta tinta, a Pinot Noir, defendendo que ela seria delicada e sutil demais para se misturar com as outras.
VARIETAL 100% E BLENDS ALEATÓRIOS?
Quem pensa que vinhos varietais são sempre 100% feitos de uma única casta está enganado. A legislação de cada país, e de cada região, determina a porcentagem mínima necessária para que um vinho possa ostentar no rótulo o nome de uma casta como sendo um monovarietal. No Chile e na Nova Zelândia, por exemplo, é preciso que 75% do vinho tenha uma única casta para que seja considerado varietal. Ou seja, o enólogo pode "completar" o vinho com outros tipos de uva caso considere necessário. Por que ele faria isso? Para, por exemplo, emprestar ao seu vinho maior acidez, ou então dar mais estrutura e corpo através do acréscimo de outra variedade. Porém, apesar de permitido, as percentagens de outras cepas costumam ser bem menores que 25%.
E os blends? Seriam eles feitos aleatoriamente, juntando algumas
castas e pronto? Nada disso. Em Châteauneuf-du-Pape, região vitivinícola
francesa localizada no vale do Rhône, no sudeste da França, 13
variedades de uva são permitidas para compor seus vinhos e cada enólogo
usa as que acredita mais interessantes (ou melhores) em uma determinada
safra. Ele escolhe as proporções de cada uva baseado no estilo que
pretende obter, contrabalançando pontos fracos de uma com os fortes de
outra e criando algo harmonioso e maior do que a soma das partes. Essa
mistura geralmente é feita pouco antes de o vinho ser engarrafado.
Contudo, há casos, como nos Vinhos do Porto, em que diferentes uvas são
prensadas juntas, formando um único caldo que depois será fermentado.
O QUE É MELHOR?
Os defensores dos vinhos varietais advogam que somente os monocastas representam a verdadeira essência do terroir, ou seja, o gosto real da terra, do clima e todas as nuances da qual depende uma região produtora. Já os fãs dos blends defendem a arte milenar que está por trás da técnica de misturar diferentes castas e obter um vinho da máxima qualidade. O que é melhor? Aí depende de você, pois há vinhos maravilhosos feitos com apenas uma uva e também com diversas. Bom mesmo é provar para descobrir o que há de mais interessante por aí.
Vinhos Rosé
1. Joaquim Rosé Seco
Produtor: Vila Francione
País: Brasil
Região: São Joaquim-SC
Tipo de uva: Cabernet Sauvignon e Merlot
Teor alcoólico: 13% GL
NOTAS DE DEGUSTAÇÃO:
-Cor: na taça uma cor rosa romã, avermelhada.
País: BrasilRegião: São Joaquim-SC
Tipo de uva: Cabernet Sauvignon e Merlot
Teor alcoólico: 13% GL
NOTAS DE DEGUSTAÇÃO:
-Cor: na taça uma cor rosa romã, avermelhada.
-Aroma: delicados aromas de fruta silvestre, lembrando romã, rosas, morangos e toques florais.
-Paladar: Leve e delicado, com acidez muito equilibrada, que traz frescor e prepara o paladar para o calor do verão. Vinho envolvente, com taninos e álcool corretos, vivos.
-Serviço: Estima de guarda de 02 a 03 anos, não necessita decantar.
-Vinificação: tradicional com fermantação em tanques de aço inox.
-Temperatura: 08º- 10º C.
-Harmonização: Ostras, camarão grelhado e peixes com molhos delicados, Harmoniza muito bem com canapés.
Preço médio: R$ 50,00.
2. Cefiro Reserva Syrah Rosé
Produtor: Viña Casa BlancaPaís: Chile
Região: Vale do Rapel
Tipo de uva: Syrah
Teor alcoólico: 14% GL
NOTAS DE DEGUSTAÇÃO:
-Cor: bela cor rosa choque, brilhante. Rubi intenso com reflexos violáceos.
-Aroma: Aroma de muito frescor, com herbáceo (pirazina) típico chileno, fácil de identificar ás cegas, boa fruta, vermelhas frescas, como cerejas e framboesas, floral de violetas, toque de conservante (So2) no nariz. Aroma de frutas frescas.
-Paladar: Seco, com taninos macios e bem expressivos. Paladar leve e macio, com 13,5% de álcool, equilibrado, maciez domina o fim de boca, mostrando boa fruta. Muito bom, mas com a restrição aos que não gostam do toque herbáceo.Final com boa persistência.
-Composição: 100% Syrah.
-Vinificação: Colheita manual. Maceração pré-fermentativa à 8°C por 6 horas. Fermentação alcoólica em tanques de inox com controle de temperatura entre 10-12°C por 22 dias. É engarrafado ainda jovem para não perder as características de fruta.
-Temperatura: 09º- 12º C.
-Harmonização: Sushi e comida tailandesa.
Preço médio: R$ 60,00.
3. Villa Francioni Rosé Fino Seco
País: Brasil
Região: Santa Catarina - São Joaquim
Tipo de uva: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Malbec, Syrah, Sangiovese e Petit Verdot
Teor alcoólico: 13,2% GL
NOTAS DE DEGUSTAÇÃO:
-Cor: rosa salmão claro.
Produtor: Villa Francioni
País: BrasilRegião: Santa Catarina - São Joaquim
Tipo de uva: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Malbec, Syrah, Sangiovese e Petit Verdot
Teor alcoólico: 13,2% GL
NOTAS DE DEGUSTAÇÃO:
-Cor: rosa salmão claro.
-Aroma:
um rosé com aroma de frutas vermelhas como romã que paradoxalmente
enfatizam delicadas notas florais como rosas, avivado por um leve toque
cítrico.
-Paladar: leve e delicado com acidez muito agradável e sápida que traz o frescor e prepara o paladar para o verão. Equilibrado e envolvente.
-Composição: um blend com as uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Malbec, Syrah, Sangiovese e Petit Verdot.
-Vinificação: maturação em barrica de carvalho de 2-3 anos.
-Temperatura: 04º - 06º C.
-Harmonização: ostras, camarão grelhado e peixes com molhos leves. Harmoniza muito bem com canapés em momentos descontraídos, principalmente em dias quentes.
Curiosidade
O Villa Francioni Rosé é realmente especial, pois, um designer francês, ao provar o vinho, desenvolveu a embalagem exclusiva, longa e esquia, afirmando que, em virtude da união de diferenciais, o rosé de Santa Catarina merecia uma embalagem especial. Ele é comercializado em garrafas de 750ml e 1.750ml. A vinícola acaba de lançar o inovador formato de três litros.
Preço médio: R$ 85,00.
-Paladar: leve e delicado com acidez muito agradável e sápida que traz o frescor e prepara o paladar para o verão. Equilibrado e envolvente.
-Composição: um blend com as uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Malbec, Syrah, Sangiovese e Petit Verdot.
-Vinificação: maturação em barrica de carvalho de 2-3 anos.
-Temperatura: 04º - 06º C.
-Harmonização: ostras, camarão grelhado e peixes com molhos leves. Harmoniza muito bem com canapés em momentos descontraídos, principalmente em dias quentes.
Curiosidade
O Villa Francioni Rosé é realmente especial, pois, um designer francês, ao provar o vinho, desenvolveu a embalagem exclusiva, longa e esquia, afirmando que, em virtude da união de diferenciais, o rosé de Santa Catarina merecia uma embalagem especial. Ele é comercializado em garrafas de 750ml e 1.750ml. A vinícola acaba de lançar o inovador formato de três litros.
Preço médio: R$ 85,00.
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Varietal ou blend, o vinho pode ser feito com uma única variedade de uva ou com a
mistura delas
Durante séculos da história da produção de vinhos poucas pessoas sabiam quais as variedades de uvas havia na bebida que estavam consumindo. Nomes como Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Merlot, Sauvignon Blanc só ficaram "famosos" nos rótulos do mundo todo quando os produtores de fora da Europa, especialmente os norte-americanos, resolveram estampar os nomes das principais castas europeias em seus vinhos. Antes desse fenômeno ocorrer, por volta de meados do século passado, os produtores raramente colocavam os nomes das variedades em seus produtos, optando sempre pelo nome das regiões DOC (Denominações de Origem Controlada) junto ao nome da propriedade, como, por exemplo: Joseph Drouhin Chablis. Ou seja, um Chablis - produto que representa uma região da Borgonha onde os vinhos brancos são feitos somente com uvas Chardonnay - do vinhateiro Joseph Drouhin. Então, o que indicava a casta com a qual o vinho era feito era o nome da região.
Modernamente, em uma jogada de marketing, os produtores do Novo Mundo passaram a colocar as variedades nos rótulos, para mostrar aos consumidores que seus vinhos eram feitos com as tradicionais e nobres uvas europeias e, assim, também para dar uma pista do estilo que seus vinhos teriam. Os consumidores passaram então a identificar-se com o estilo de cada uva e a apresentação das castas ganhou espaço no mundo inteiro.
VARIETAIS E BLENDS
No entanto, vinhos monovarietais (ou varietais, feitos, teoricamente, com apenas uma casta) e blends (ou também ditos de corte, ou assemblage, ou assemblagem) não são novidade. Duas das principais regiões produtoras de vinho no mundo são os melhores exemplos dessas tradições. Os renomados tintos de Bordeaux sempre foram feitos com cortes. Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Petit Verdot são quatro das principais castas usadas nos blends feitos na região. Durante séculos de savoir-faire, os produtores daquela região aprenderam a misturar quantidades exatas de cada variedade para produzir seus vinhos safra após safra. Já os vinhateiros da Borgonha, outra clássica zona vitivinicultora francesa, sempre fizeram seus tintos com uma única casta tinta, a Pinot Noir, defendendo que ela seria delicada e sutil demais para se misturar com as outras.
VARIETAL 100% E BLENDS ALEATÓRIOS?
Quem pensa que vinhos varietais são sempre 100% feitos de uma única casta está enganado. A legislação de cada país, e de cada região, determina a porcentagem mínima necessária para que um vinho possa ostentar no rótulo o nome de uma casta como sendo um monovarietal. No Chile e na Nova Zelândia, por exemplo, é preciso que 75% do vinho tenha uma única casta para que seja considerado varietal. Ou seja, o enólogo pode "completar" o vinho com outros tipos de uva caso considere necessário. Por que ele faria isso? Para, por exemplo, emprestar ao seu vinho maior acidez, ou então dar mais estrutura e corpo através do acréscimo de outra variedade. Porém, apesar de permitido, as percentagens de outras cepas costumam ser bem menores que 25%.
O QUE É MELHOR?
Os defensores dos vinhos varietais advogam que somente os monocastas representam a verdadeira essência do terroir, ou seja, o gosto real da terra, do clima e todas as nuances da qual depende uma região produtora. Já os fãs dos blends defendem a arte milenar que está por trás da técnica de misturar diferentes castas e obter um vinho da máxima qualidade. O que é melhor? Aí depende de você, pois há vinhos maravilhosos feitos com apenas uma uva e também com diversas. Bom mesmo é provar para descobrir o que há de mais interessante por aí.
Beijos meninas!
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